quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Embrapa, aqui vale a pena investir


Pesquisador da Embrapa é o único brasileiro no Conselho Editorial de nova revista científica internacional






O pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Elíbio Rech, é o único brasileiro escolhido para compor o Conselho Editorial da nova revista científicaAgriculture & Food Security, que começa a circular eletronicamente em 2012. A publicação faz parte da editora do Reino Unido, BioMed Central, pioneira no modelo de publicação de acesso aberto (disponibiliza o artigo logo após a publicação), que reúne mais de 200 publicações das áreas de Ciência, Tecnologia e Medicina. 

O Conselho Editorial da nova revista reúne cientistas de 15 países além do Brasil: Reino Unido, Israel, Cuba, Estados Unidos, Egito, Canadá, Índia, Arábia Saudita, México, Quênia, Venezuela, França, Marrocos, África do Sul e China.

A Agriculture & Food Security é uma revista de acesso aberto, cujo foco é o desafio da segurança alimentar global. Por isso, os artigos devem abordar pesquisas relacionadas à segurança alimentar voltadas, principalmente, à agricultura sustentável e iniciativas locais, regionais, nacionais e mundiais em prol de sistemas inovadores para produção de alimentos.

O escopo da revista prioriza os seguintes tópicos: ciências agrícolas e ambientais, incluindo genética e ecologia de sistemas; criação de animais, pesca e ciência das plantas; alterações globais, biodiversidade, climatologia e estresses abióticos; tecnologia de alimentos e balanceamento de produtos agrícolas em alimentos, rações, fibras e combustível; economia; ciências da informação; estratégias para a implementação de novas políticas e práticas de saúde pública relacionadas à segurança alimentar e nutricional.

A novidade é que, apesar de ser composta de artigos científicos, aAgriculture & Food Security não tem como público-alvo principal os pesquisadores, mas sim os agricultores, profissionais de saúde pública e políticos responsáveis pela tomada de decisões, além do público em geral.

Segundo Rech, é um privilégio compor o Conselho Editorial da nova publicação que vai reunir pesquisas de ponta numa área de vital importância como a segurança alimentar. "Publicações online de acesso aberto significam disponibilizar pesquisa de alta qualidade nas áreas de agricultura e segurança alimentar para o mundo todo, sem ônus. É, sem dúvida, mais um passo determinante para a popularização global da ciência e da tecnologia", afirma o pesquisador.

A revista Agriculture & Food Security já está aceitando a submissão de artigos. Mais informações pelo endereço:www.agricultureandfoodsecurity.com.

FONTE

Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Fernanda Diniz - Jornalista

Feijão a R$ 80,00 a saca, é isso ai, vai faltar mesmo!

 Os produtores de feijão do Brasil irão reduzir mais de 20% as suas áreas de plantio na safra de 2011/2012, que teve início em agosto. A principal razão é o preço obtido com a venda do grão este ano. Tanto no Estado do Paraná quanto em Minas Gerais, alguns agricultores já falam em plantar 50% a menos, substituindo a cultura por milho e soja.

Na Fazenda Agropecuária Michels, na cidade  de Romaria (MG), o produtor Matias já reduziu o plantio da primeira safra de feijão, e já faz planos para a diminuição da segunda etapa de plantio. "Com esse preço de R$ 80 a saca de 60 quilos não compensa plantar feijão, porque o custo é mais alto", disse Matias. "Vou trocar o feijão pelo milho nessa primeira safra, e na segunda trocarei pela soja", garantiu o produtor mineiro, que não descartou a possibilidade de deixar completamente a cultura se a incidência da praga mosca-branca não for controlada na propriedade.

CDI

Soja chinesa virou brasileira e Cerrado se tornou celeiro do País

Epopeia científica dos pesquisadores da Embrapa permitiu a introdução da planta, originária da China, no biomaHerton Escobar, enviado especial
Plantio experimental da Embrapa para a soja resistente a altas temperaturas. Foto: Celso Junior/AE
As árvores de casca grossa, caules retorcidos, e o chão de terra poeirenta não deixam dúvidas: o cerrado não é lugar para qualquer plantinha. Durante seis meses do ano, entre maio e setembro, não cai uma gota de chuva nesse interiorzão brasileiro. E mesmo quando chove, o solo nativo é imprestável para a agricultura: ácido, cheio de alumínio tóxico e pobre em quase todos os nutrientes essenciais.
Só mesmo um louco - ou um bando de cientistas destemidos - para achar que esse ambiente de biodiversidade riquíssima, porém aparentemente inóspito e improdutivo, poderia se tornar um dos canteiros mais férteis da agricultura mundial. Mas aconteceu. Foi obra da Embrapa. Trinta anos atrás, a recém-criada Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária lançou sua maior "insanidade" científica: pegou uma planta de origem chinesa, típica de climas temperados, e fez dela a rainha da agricultura tropical.
A soja, que até os anos 70 só podia ser plantada do Paraná para baixo, onde o clima era mais parecido com o da China, virou-se para o norte e tomou conta do cerrado. Invadiu Mato Grosso do Sul, avançou pelas bordas do Sudeste, conquistou Goiás, criou raízes em Mato Grosso, subiu pelo Tocantins, embrenhou-se no Maranhão e foi bater na porta da Amazônia. "Hoje temos tecnologia para cultivar soja em qualquer lugar do País, em qualquer época do ano", diz o pesquisador Plínio Souza, da Embrapa Cerrados, um dos principais responsáveis pela invenção da soja tropical. "É uma tecnologia 100% brasileira."
Em pouco mais de três décadas, turbinada pela nova genética verde-e-amarela, a oleaginosa chinesa transformou-se no maior produto do agronegócio brasileiro. Em 2007, a indústria da soja movimentou R$ 41,3 bilhões em grãos, máquinas, sementes, fertilizantes, pesticidas, logistica, mão-de-obra, refino de óleo, produção de ração animal e outros componentes da cadeia produtiva. Isso equivale a 6,4% do PIB agrícola e 1,6% do PIB total do País. Os cálculos foram feitos pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a pedido do Estado. Só as exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) renderam R$ 26,2 bilhões no ano passado, e a expectativa é que passem dos R$ 32 bilhões em 2008.
Apesar não ser vista tradicionalmente como um "alimento" - a exemplo do arroz, do feijão e do milho, que são consumidos diretamente no prato -, a soja está embutida, direta ou indiretamente, em boa parte da dieta brasileira. É ingrediente básico de muitos alimentos industrializados no supermercado, na forma de lecitina ou óleo, e principal fonte de proteína na ração de suínos e aves, na forma de farelo. Só fica fora do menu do boi, que come principalmente pastagem. "Quando você come frango e porco, está comendo proteína de soja", diz o secretário-geral da Abiove, Fabio Trigueirinho. Segundo ele, seria impossível o Brasil abrir mão dessa cultura. "Se deixássemos de produzir soja, teríamos de importar."
No rastro da soja no cerrado vieram o milho, o feijão, o arroz, as máquinas, os fertilizantes, as estradas, a construção civil e os vilarejos transformados em metrópoles da noite para o dia com a riqueza do agronegócio. "Falar de soja é falar de muita coisa. Os benefícios sociais e econômicos, diretos e indiretos, são enormes", diz o ex-presidente da Embrapa, Silvio Crestana.
De mera periferia agrícola, o cerrado virou o celeiro de quase metade dos alimentos brasileiros. Hoje, 40% dos 200 milhões de hectares do bioma estão ocupados com 61 milhões de hectares de pastagens e 17,5 milhões de hectares de plantações. Segundo cálculos da Embrapa e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), é desse território que saem 47% dos grãos (soja, milho, arroz, feijão, sorgo e algodão caroço), 40% da carne bovina e 36% do leite produzidos no País. "A incorporação do cerrado à agricultura foi a maior conquista do Brasil", afirma José Garcia Gasques, coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
No caso da soja, a contribuição do cerrado cresceu dez vezes entre as décadas de 70 e 80, passando de 2% para 20% da produção nacional do grão. No ano passado, chegou a 68,5%. De fato, a soja foi tão bem adaptada ao cerrado que hoje ela é muito mais produtiva no Centro-Oeste do que no Sul, onde foi originalmente introduzida. Em Mato Grosso, os melhores produtores chegam a ensacar 4,6 toneladas de soja por hectare (a maior produtividade do mundo), enquanto no Rio Grande do Sul a produtividade média é de 2 toneladas por hectare (a menor do Brasil).

UMA QUESTÃO DE LUZ

A soja que brota hoje no cerrado é muito diferente da que foi levada da China para os Estados Unidos, 200 anos atrás, e de lá trazida para o Brasil, no fim do século 19 - sempre restrita a regiões de clima temperado, próximo ou acima dos 30 graus de latitude. O pacote completo de conversão tecnológica inclui sementes, solo, microrganismos fixadores de nitrogênio e práticas adequadas de manejo - todos fatores essenciais para a produtividade da lavoura. Mas a diferença crucial está mesmo no DNA da planta, que os cientistas brasileiros retemperaram para adaptá-la ao cardápio climático tropical.
Curiosamente, a principal adaptação que os pesquisadores tiveram de fazer não foi para altas temperaturas nem para escassez de água (que é abundante nos meses de primavera e verão), mas para o chamado fotoperíodo - o tempo de luz ao qual a planta precisa ficar exposta para se desenvolver.
A soja é uma leguminosa que gosta de dias longos, com mais de 12 horas de radiação solar. Nas regiões temperadas de alta latitude, onde ela se originou, isso é fácil: no verão, por causa da inclinação da Terra, os dias passam facilmente das14 horas de luz. Já nas regiões tropicais, próximas ao Equador, como é o caso do cerrado, os dias e as noites são menores e mais constantes. Na altura do paralelo 16, onde fica Brasília, o fotoperíodo máximo no verão é de 13 horas e meia. E para uma planta, meia hora a mais ou a menos de luz por dia faz muita diferença.
Em condições de menor período de luz, a soja floresce precocemente e pára de crescer. Sem o melhoramento genético feito pela Embrapa, a soja plantada no cerrado floresceria mais cedo e não cresceria mais do que 30 centímetros, o que seria impraticável do ponto de vista econômico. A pesquisa permitiu retardar o florescimento e, com isso, aumentar a chamada fase vegetativa (ou pré-reprodutiva) da planta de 30 dias para 45 dias, anulando o efeito do fotoperíodo sobre o florescimento. "É como se a gente retardasse o início da puberdade na espécie humana para termos indivíduos maiores", compara Souza.
Hoje, a altura média da soja no cerrado é de 80 cm e os produtores podem optar por variedades de ciclo reprodutivo curto, médio ou longo, dependendo das condições de cada região.

SELEÇÃO ARTIFICIAL

O melhoramento genético na agricultura obedece aos mesmos princípios da evolução por seleção natural, segundo os quais os indivíduos mais adaptados ao ambiente são naturalmente selecionados para sobreviver e passar seus genes para as próximas gerações. A diferença é que a seleção nesse caso não é feita pelo homem, em vez da natureza.
Assim como cada pessoa é um pouco diferente da outra, cada pé de soja é um pouco diferente do outro. Uns crescem mais rápido, outros produzem mais grãos, outros resistem melhor a uma determinada doença ou precisam de menos água para sobreviver. O que os cientistas "melhoristas" fazem é selecionar anualmente as melhores plantas de cada lavoura de pesquisa, que são então usadas como matrizes para a produção de novas variedades.
É um processo lento, trabalhoso, que tipicamente passa por milhares de cruzamentos. A cada safra, pesquisadores da Embrapa selecionam 50 mil linhagens de soja e estabelecem 300 experimentos de campo, com 30 linhagens cada um. Cada nova variedade leva de oito a dez anos de pesquisa para ficar pronta.
Plinio Souza leva a reportagem do Estado até um galpão da Embrapa Cerrados onde estão armazenados milhares de saquinhos com amostras de soja selecionadas de várias regiões. Do lado de fora, técnicos debruçados sobre uma mesa passam as mãos por uma pilha de grãos, catando e eliminado aqueles que têm algum defeito, da mesma forma como uma dona de casa "cata feijão" antes do jantar. Só os melhores grãos permanecem no páreo para virar uma nova variedade. "É daqui que vai sair a soja que estará no campo em dez anos", profetiza o pesquisador.
Souza sabe do que está falando. Foi ele quem selecionou, no início da década de 80, a primeira variedade lucrativa de soja para o cerrado, chamada Doko. Extremamente rústica e ao mesmo tempo produtiva, ela podia ser plantada em áreas recém-abertas (desmatadas), com bons retornos logo na primeira safra. Outras variedades precisavam de pelos menos três anos de cultivo de alguma outra cultura para dar o mesmo resultado, o que tornava o investimento inicial de abertura e correção do solo muito arriscado. "A Doko abriu de vez o cerrado para a soja", afirma Souza. O resto da agricultura veio no embalo.
Enquanto Souza selecionava as linhagens mais promissoras no campo, os cruzamentos genéticos eram feitos nos laboratório da Embrapa Soja, em Londrina, pelo melhorista Romeu Kiihl. A Doko, segundo ele, nasceu de uma mistura de variedades americanas e indonésias. "Pegamos o que tinha de bom em cada uma delas e juntamos", conta. Ele calcula que 50% dos ganho de produtividade da soja nas últimas três décadas deve-se ao melhoramento genético. A média nacional, que era de 1.700 kg/hectare na década de 80 saltou para 2.800 kg/hec, em 2006.

SOLOS E NITROGÊNIO

Juntos, Souza e Kiihl plantaram as sementes tecnológicas de boa parte do PIB agrícola brasileiro. Nem mesmo a melhor soja, com a melhor das genéticas, porém, teria tido qualquer chance de sucesso no cerrado se não fosse por duas outras frentes de pesquisa: o melhoramento de solos e a fixação biológica de nitrogênio.
O solo nativo do cerrado é extremamente ácido (pH 4) e carente de nutrientes básicos, como cálcio, fósforo e potássio. "Não dá para produzir nada", resume o agrônomo José Roberto Peres, hoje chefe de gabinete da presidência da Embrapa. Foram necessários muitos anos de pesquisa para chegar a uma receita eficiente de corretivos minerais e fertilizantes capazes de compensar essa deficiência. Especialistas calculam que, sem essa "correção", a produtividade da soja no solo nativo do bioma não passaria de 0,3 tonelada/hectare. Ou seja: seria impraticável.
O ingrediente mais importante dessa receita, porém, não é um fertilizante químico, mas uma bactéria. Seu nome é Bradirhizobium japonicum, ou simplesmente rizóbio. Ela vive uma relação de simbiose com a soja, retirando nitrogênio do ar e transferindo-o para a planta em troca de carboidratos metabólicos. Sem essa parceria, os produtores teriam de adicionar 360 quilos de adubo nitrogenado (uréia) por hectare de solo para que a soja rendesse alguma coisa no cerrado. "Seria economicamente impossível", afirma Peres. "Em vez disso, a bactéria tira todo o nitrogênio do ar. Não precisamos adicionar nada."
Toda a soja cultivada no Brasil utiliza o nitrogênio do rizóbio inoculado na semente. A medida que a planta se desenvolve, a bactéria se multiplica e forma nódulos nas raízes, que funcionam como usinas biológicas de nitrogênio. A tecnologia foi desenvolvida pela lendária bióloga Johanna Döbereiner, da Embrapa, morta em 2000. Peres foi um de seus alunos.

FERRUGEM

O melhoramento genético não termina nunca, pois sempre há novas dificuldades a serem superadas. A principal ameaça à produção de soja no País hoje é a ferrugem, uma doença também de origem asiática que chegou ao Brasil em 2001. O fungo entrou pelo Paraná e rapidamente se espalhou por todo o País, causando prejuízos de US$ 125 milhões logo no primeiro ano e de US$ 2,4 bilhões, na safra 2007/08, segundo cálculos do Consórcio Antiferrugem, criado em 2004 para combater a epidemia.
Há várias fungicidas disponíveis no mercado, mas o controle é difícil. E caro: cada aplicação custa o equivalente a três sacas de soja por hectare. Desde 2007, o Ministério da Agricultura estabeleceu um regime nacional de "vazio sanitário", um período de 90 dias na entressafra durante o qual é proibido ter soja verde no campo, como forma de cortar a propagação do fungo.
Empresas do setor público e privado prometem plantas resistentes para o mercado em 2009. "Não vamos eliminar a necessidade de fungicidas, mas acho que vai ajudar bastante", avalia Romeu Kiihl, que há cinco anos trocou a Embrapa (onde estava há 25) pelo setor privado. Hoje é diretor científico da TMG Tropical Melhoramento e Genética, uma empresa nos arredores de Londrina que também desenvolve variedades de soja resistentes à ferrugem.
Tanto a Embrapa Cerrados quanto a TMG lançaram suas primeiras variedades resistente à ferrugem em maio deste ano, no Congresso Brasileiro de Soja.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Brasileiro é um hipócrita que reclama de tudo…

 Mais um Ctrl+C e depois Ctrl+V


De um Autor Desconhecido (mas bem que poderia ser meu…)
 Tá Reclamando do Lula? do Serra? da Dilma? do Arruda? do Sarney? do Collor? do Renan? do Palocci? do Delubio? Da Roseana Sarney? Dos políticos distritais de Brasília? do Jucá? do Kassab? dos mais de 300 ou 400 picaretas do Congresso e outros na Câmara Federal ? do seu Prefeito e do Vereador? da Corrupção atual nos Ministérios dos Transportes e outros? Brasileiro reclama de quê? O Brasileiro é assim:
A- Coloca o seu nome em trabalho que não fez, em artigo científico, revista, congresso, etc.
B- Coloca o nome de colega que faltou em lista de presença, assina por ele.
C- Paga para alguém fazer seus trabalhos.
D- Faz muito Ctrl+C e depois Ctrl+V na empresa que trabalha, nos relatórios, em casa, etc.
1. – Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
2. – Estaciona nas calçadas, em local proibido, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
3. – Suborna ou tenta subornar policiais e guardas de trânsito quando é pego cometendo infração.
4. – Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, bicicleta, tijolo, e até dentadura. Até em promessa de emprego para parente.
5. – Fala no celular enquanto dirige, não tá nem aí com quem vem na frente ou atrás.
6. – Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (“me dá um toque que eu retorno…”) – assim o amigo não gasta nada.
7. – Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento. 8. – Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.
9. – Viola a lei do silêncio.
10. – Dirige após consumir bebida alcoólica, deixa filho de menor dirigir.
11. – Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
12. – Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.
13. – Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
14. – Faz “gato” de luz, de água e de tv a cabo.
15. – Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
16. – Compra recibo para abater na declaração de imposto de renda para pagar menos imposto.
17. – Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
18. – Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.
19. – Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes. 20. – Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
21. – Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
22. – Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
23. – Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca. 24. – Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
25. – Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA. 26. – Abastece o seu carro com gasolina da empresa, na cota da empresa.
27. – Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho. 28. – Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis… como se isso não fosse Furto.
29. – Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
30. – Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
31. – Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
32. – Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
33. – Acaba com o meio ambiente, jogando lixo, ponta de cigarro por todo o lado.
34. – Consome maconha, extase, crack, cocaína, haxixe, etc, no meio do tempo, das praças, em frente e dentro de igrejas, na frente da polícia, e não tá nem aí, até no planalto escondido.
35 – Adultera-se com a(o) mulher ou esposa(o) do(a) melhor amigo(a). Não tá nem aí.
36 – Dedura o tempo todo os seus colegas de trabalho para se promover ao seu superior, faz média, puxa-saco para receber gratificação, diárias, etc. E quer que os políticos sejam honestos… Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas… Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não? Brasileiro reclama de quê, afinal? E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
Vamos dar o bom exemplo! Espalhe essa idéia! “Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis, modelos) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos….”

sábado, 17 de setembro de 2011

Magid Elie khouri: Agora o cerrado é nosso

Magid Elie khouri: Agora o cerrado é nosso: Rpresentantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), da Frente Parlamentar Ambientalista , associações de meio ambiente e ONG´s ambientais...

Educação é assim: tempo integral

O Ministério da Educação (MEC) e entidades do setor estudam aumentar o número de horas do aluno na escola. As possibilidades em análise são elevar a carga horária diária, que hoje é de quatro horas, ou ampliar o número de dias letivos, atualmente definido em 200 dias, informou o ministro da educação Fernando Haddad. Atualmente, a criança ou o adolescente deve ficar 800 horas por ano na sala de aula, carga considerada baixa quando comparada à de outros países, segundo Haddad.
"O aprendizado está relacionado à exposição ao conhecimento. Há um consenso no Brasil de que a criança tem pouca exposição ao conhecimento seja porque a carga horária diária é baixa ou porque o número de dias letivos é inferior ao de demais países", disse o ministro, após participar da abertura do Congresso Internacional Educação: uma Agenda Urgente, promovido pelo movimento Todos pela Educação.

Para manter o estudante mais tempo na escola, Haddad avalia antecipar a meta de ter metade das escolas públicas funcionando em regime integral, prevista para ser cumprida até 2020, ou até mesmo enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional. "Não vamos encaminhar projeto de lei antes de receber o aval daqueles que vão executar isso. A ideia é aumentar o número de horas por ano que a criança fica sob a responsabilidade da escola", explicou.

O estudo está sendo feito em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed).

O ministro reconhece que a medida exigirá mais recursos da pasta. Segundo ele, uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), em discussão no Congresso Nacional, é elevar para 7% do Produto Interno Bruto (PIB) os investimentos no setor. O novo PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir até 2020.

FONTE

Agência Brasil
Carolina Pimentel - Repórter
Lílian Beraldo - Edição

Agora o cerrado é nosso

Rpresentantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA), da Frente Parlamentar Ambientalista, associações de meio ambiente e ONG´s ambientais defenderam ontem (14/09/11), durante encontro na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a criação de uma lei específica para o Cerrado, em caráter emergencial, para conter a devastação do segundo maior bioma do País.
Os parlamentares ambientalistas pretendem propor uma legislação nos mesmos moldes da Lei da Mata Atântica, para que haja um marco regulatório em relação às atividades de exploração econômica no Cerrado. A região, chamada de savana brasileira, tem se destacado por apresentar atualmente a maior produção de grãos do Brasil.

As queimadas, desmatamento, mineração, exploração carvoeira, agricultura ostensiva e irrigação indevidas ameaçam as bacias hidrográficas do Cerrado, considerado berço das águas, alertou aFrente Parlamentar Ambientalista.

De acordo com o coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado Sarney Filho (PV-MA), a contradição do processo está no fato de que o bioma é encarado por muitos apenas como fronteira de expansão agrícola, mas a produção de água desse ecossistema, que abrange pelo menos três das principais bacias brasileiras, já é avaliada em estado crítico.

Estiveram presentes ao encontro o representante do MMA, secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável, Roberto Vizentin; o diretor da SOS Mata Atlântica, Mário Mantovani; e o deputado distrital Joe Valle (PSB-DF).

Também participaram do evento integrantes do Programa Colmeia, localizado em Barreiras (BA), que integra treze projetos de geração de rendas em comunidades tradicionais. A organização apresentou produtos elaborados a partir de matérias-primas típicas do Cerrado, como capim-dourado, palha-de-coco, algodão e sementes.

FONTE

Ministério do Meio Ambiente
Carine Corrêa - Jornalista